Matérias sobre Tecnologia

No início de dezembro de 2009, o mega-giga portal americano Aol. apresentou ao mundo a sua nova marca, junto com o novo conceito. O projeto foi criado pela Wolff Olins, uma empresa de consultoria e inovação de marcas, com escritórios em Londres, Nova Iorque e Dubai.
A marca é deliberadamente perturbadora, ao contrário do que está sendo feito por outras empresas de mídia. A razão é simples: o mundo da mídia de hoje é totalmente o contrário do mundo da mídia de ontem. O resultado é um sistema que atende a todos – segundo Wolff Olins.
Essa é uma boa ferramenta para os webdesigners. Não sei se é novidade (só conheci agora), mas o Google Browser Size é uma mão na roda na hora de definir onde colocar os elementos mais importantes de cada página. Por exemplo, nosso header é visto por cerca de 99% dos usuários. Bom para guardar no seu bookmarks, não?
O estúdio de design californiano SchultzeWorks cencebeu o “Philco PC”, um computador desktop inspirado no design clássico do Philco Predicta, de 1954 (imagem abaixo). Ficou muito bem feito e bonito, mas o projeto já nasce com um defeito: o Windows instalado… =P

Achei bastante interessante este vídeo produzido pela 1stAveMachine e dirigido por Aaron Duffy, para divulgar os features do browser do Google. Não vou descrever o vídeo, mas acharam uma forma criativa e divertida para expor as vantagens do produto.

Pois é, isso mesmo que você leu. O grupo alemão eBoy, os mestres do Pixel Art, estarão no Rio de Janeiro para fazer uma palestra e um workshop!
Com o tema “A pixel arte e a criatividade na era digital”, a sexta edição do projeto Descolagem vai apresentar o coletivo alemão eBoy, a produtora SuperUber e o designer Billy Bacon. Fui convidado também a participar mas, por ironia do destino (e que ironia!), não vou poder participar por, digamos assim, conflito de compromissos… Mas deram-me a oportunidade de fazer um vídeo curto com meu depoimento sobre o Pixel Art, minhas influências (oh, quem serão?) e mostrar alguns de meus trabalhos nessa técnica.
O objetivo do evento é discutir os caminhos da criatividade, da arte digital, da interatividade e do design, tendo como ponto de partida a incrível obra dos eBoy. O grupo, que é a principal referência mundial quando se fala no assunto, estará pela primeira vez no Brasil e na América do Sul.
Fim de semana com feriado – ótimo momento para ir a São Paulo assistir um evento de Design! Apesar de São Pedro não colaborar com a saída dos cariocas da cidade maravilhosa, chego na terra da garoa 24 horas depois do planejado e, apesar de um dia inteiro perdido, vou munida de toda a minha disposição.
O Pixel Show é uma conferência sobre criatividade e tecnologia que desde 2005 faz circuitos de palestras com nomes renomados do design. Já passaram pelo evento Guilherme Marconi, Gustavo Piqueira, Jum Nakao, Lobo, Visorama, isso para falar alguns. O evento cresce a cada dia que passa, a previsão de 2009 eram 1200 participantes e eu fui lá conferir.
O Relógio Preto e Branco de Vadim Kibardin é simples mas elegante e bem moderno. Deixa qualquer um mais animado com o design atual.
O relógio é composto por apenas 4 peças: são números como os de um relógio digital, só que soltos. Cada figura possui uma fonte de alimentação auto-suficiente e controle independente. Ele pode ser fixado em qualquer superfície de forma autônoma. Um sensor de luz muda as cores do Relógio Preto e Branco de um modo invertido: os números ficam brancos quando está escuro e pretos quando está claro.


“Lugar sem o Tempo” é a exposição de Gary Hill que está aqui no Rio, no Oi Futuro. A exposição é pequena, mas bem interessante. Para quem ainda não foi visitar o espaço Oi Futuro no Flamengo, é uma boa oportunidade. E a exposição rola até o dia 6 de setembro.
Gary Hill é um artista fundamental na história do encontro da arte com a tecnologia. Desde os anos 70, seus vídeos e suas instalações desafiam os limites entre a poesia literária e a visual. Essa é uma exposição que reúne o olhar sobre o outro e sobre si mesmo diante de uma condição contemporânea em que o tempo não é mais matéria-prima, mas sim substrato da arte e da situação criada por ela. O derradeiro território de percepção que a arte pode ainda atuar hoje é o da desaceleração. Confrontar uma obra já seminal na história da arte contemporânea como Viewers, um dos destaques desta exposição, é entender que o tempo é uma condição do espaço onde se insere. Por Marcelo Dantas – Curador
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