Matérias sobre Pintura


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Com tinta acrílica e óleo, o paulista Rafael Santacosta preenche suas telas com uma arte fragmentada que reflete a visão contemporânea do mundo. Velocidade, tecnologia e frenesi são elementos presentes em sua pintura.

O trabalho tem a intenção de criar um universo, um espaço, ora bem formatado, ora desfragmentado, para isso utilizo imagens de mídia,  moda, arquitetura e natureza, porém resignificadas, sendo assim, esse deslocamento e colagem atendem às propostas, que passam por um viés de misticismo.

Sua arte mistura vida e elementos urbanos, criando um universo surrealista, expresso na tela através de contrates, traços fortes e cores marcantes.

Junto com o coletivo que criou o Projeto Rabbit, ele levou seu talento e de outros brasileiros para a exposição Code +55 Brazilian Art Now, em Honk Kong.

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Esses intensos retratos femininos são do inglês Danny O’Conner. Formado na Liverpool John Moores University, ele usa cores vibrantes em tinta acrílica e spray para criar sua arte.

Seu talento tem inspiração nos quadrinhos e no graffitti, e cada obra é feita com uma técnica que cria diferentes efeitos, texturas e dão a ilusão de que as imagens estão prestes a ganhar vida.

Os traços, cores e expressões característicos de O’Conner  fazem da DOC ART uma arte incrivelmente única.

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Com as pontas dos dedos molhadas de carvão ou giz, a artista Judith Braun cria imensos e belos painéis.

A técnica parece simples, mas o talento é grande. Usando os dois braços simultaneamente, ela utiliza a simetria do corpo humano para criar seus florais e refletir essa mesma característica na sua arte. E descreve:

Isso permite que a simetria natural do corpo gere um vocabulário gestual com as marcas feitas.

Paredes, telas, painéis e instalações são cobertos pelas suas paisagens, criadas a partir das “pinceladas” e dos efeitos produzidos com seus dedos, ao que ela chama de “mark making”.

O resultado é diferente de tudo que já vi. Gostei muito.

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Para o artista, seu trabalho é sobre as jornadas da vida e o que sentimos ao enfrentá-las. Suas telas revelam trauma, medo e solidão que um mundo cruel nos proporciona, com uma pequena dose de otimismo necessária para seguirmos em frente.

As pinturas de Kevin Peterson carregam uma beleza triste e poética, que retrata a crueza da vida moderna.

Cenários urbanos, com traços fortes da street art, principalmente do graffiti, juntam a inocência das crianças às dificuldades da vida, inspirando esperança.

Seu trabalho é, ao mesmo tempo, crítico e sensível com um alto nível de detalhes e realismo.

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Mary Gutfleisch, autodenominada Mary Doodles, é a artista que se define simplesmente como “artista”. Devota da aquarela, ela cria suas obras rabiscando e depois espalhando a tinta aguada, nanquim ou até café por cima.

Suas criações são cheias de versatilidade e refletem um mundo imaginário, só dela, com traços da sua personalidade.

Outra de suas habilidades é a criação de vídeos em time-lapse que mostram o desenvolvimento de suas obras e podem ser vistos no seu canal do Youtube.

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Inspirada na CowParade, projeto que levou às ruas esculturas de vacas de diversos artistas, a operadora Vivo decidiu criar um projeto bem legal: Call Parade.

Com a invenção dos celulares e seu atual uso indiscriminado, os orelhões perderam um pouco sua utilidade. Mas eles continuam lá, em milhares de esquinas, esperando para serem usados e para nos ajudarem em qualquer emergência.

Da parceria entre a Toptrends e a Telefônica | Vivo surgiu a ideia de usar esses elementos urbanos como componentes artísticos e transformar a cidade de São Paulo em uma exposição coletiva outdoor.

Cem orelhões foram decorados com pinturas, esculturas, graffiti ou instalações por 10 artistas convidados e 90 selecionados através do site, cada um com seu estilo e sua criatividade.

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Asaph Luccas parece até nome artístico, mas este é o nome verdadeiro desse estudante de design gráfico. Seu nome é bíblico, pois cresceu em ambiente religioso, e apesar de estar bem distante desse mundo atualmente, ainda é algo que influencia bastante na sua arte.

Asaph tem apenas 17 anos e já faz ilustrações bem originais, com traço e técnica precisos.

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Parecem imagens reais fotografadas, mas na verdade são as pinturas de Jason de Graaf.

O artista de Montreal pinta cenas hiper-realistas de natureza morta. Seu trabalho é feito com tal riqueza de detalhes e verossimilhança que dá a perfeita ilusão de realidade, uma realidade alternativa do ponto de vista do seu criador.

Em suas imagens, Graaf trabalha a perspectiva, retratando bem a profundidade dos elementos. O efeito da luz também é bastante explorado através da reprodução fiel de objetos com superfícies reflexivas ou transparentes, como bolas de gude, copos, garrafas e taças.


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