Matérias sobre Arte

Já falei sobre os museus Getty de Los Angeles. Agora vou falar um pouco sobre três museus de New York que são espetaculares. Cada um com suas características e importância diferentes, fazem o maior sucesso. Nós visitamos cada um deles e ficou um gostinho de quero mais!
The Metropolitan Museum os Art
Se você aprecia arte de verdade e pretende conhecer museus pelo mundo afora, esse é um museu imprescindível para se visitar. Ele tem um vasto acervo de arte de todos os cantos do mundo, com mais de dois milhões de obras abrangendo 5.000 anos. Para você ter uma ideia, a exposição conta com o esplendor do antigo Egito, com quadros de Van Gogh, a espetacular New American Wing, arte moderna, grega, romana, egípcia, arte da Ásia, Oceania, África etc (ufa!).
Tem muita coisa para se ver. Nós ficamos quase o dia todo lá e não deu para ver tudo, mas podemos mostrar um pouco do que vimos:
Dica do Marcelo Martinez, pelo Twitter: está rolando até 28 de fevereiro deste ano, no Canadá, a Gary Taxali Solo Exhibition, uma exposição com 300 originais do ilustrador indiano, residente em Toronto há muitos anos.
Quem tiver oportunidade de visitá-la, não deixe de ir. Mais informações no site da Narwhal Art Projects.
Veja mais ilustrações aqui.
A Uncommon, marca de capinhas para iPhones, faz o maior sucesso lá fora.
As capas são realmente lindas e têm todos os motivos imagináveis. Mas o que eu mais gostei foi da iniciativa de fazer capinhas com motivos em tributo ao Haiti. Comprando as capinhas, 100% do lucro da sua compra vai para a Cruz Vermelha. Além disso, quando você olha para a ilustração, lembra que o Haiti precisa de ajuda para ser reconstruído.


© Pentagram
Pra mim este é o melhor da vez. Também sou suspeita pra falar de um museu de design. É claro que todos os museus que mencionei até agora são incríveis, que amei tanto quanto este, mas por mais simples e pequeno que seja o Museum of Arts & Design, é um museu de design e é isso que importa.

Continuando nossa série de matérias especiais sobre nossa visita aos Estados Unidos, vou falar hoje de um dos melhores museus que visitei: o MoMA (Museum of Modern Art) de Nova Iorque. Não digo isso por ser um renomado museu, que já abrigou grandes exposições e estar numa das cidades mais ricas culturalmente falando, mas pelo fato de termos dado uma sorte danada na época em que fomos lá.
Dizem para nunca julgar um livro pela sua capa, mas Robert pensa ao contrário. Os livros de Robert são muito mais do que apenas livros com um conteúdo, são livros esculpidos até virar obra de arte.

Demorou, mas chegou! Vocês sabem que a gente fez uma viagem incrível a Los Angeles e New York. Não?!? Bom, sempre mantivemos contato durante todo o mês de novembro e comecinho de dezembro, pelo Twitter. Deixamos a De2ign um pouco vazia nesse tempo, mas já voltamos e agora vamos contar tudinho o que vimos lá nos “Estates”.
Para começar, vou falar um pouco de Jean Paul Getty, fundador dessa grandiosa instituição, que muita gente não conhece:
J. Paul Getty nasceu no seio de uma família dedicada à indústria petrolífera (era filho de George Franklin Getty) e foi um dos primeiros homens a atingir uma fortuna superior a 1 bilhão de dólares (uau!). Ávido colecionador de arte e de antiguidades, a sua coleção e a sua mansão de Malibu foram a base do Museu J. Paul Getty na Califórnia.
Um dos maiores defensores das artes em todo o mundo, a J. Paul Getty Trust é uma instituição internacional, cultural e filantrópica criada por J. Paul Getty, que incide sobre as artes visuais em todas as suas dimensões. O Getty serve tanto ao público em geral como para um amplo leque de comunidades de profissionais em Los Angeles e em todo o mundo. Através do trabalho dos quatro programas do Getty Center (Museu, Instituto de Pesquisa, Instituto de Conservação e Fundação), novos conhecimentos e opiniões são apresentados, aprofundando a compreensão e preservação do patrimônio do mundo artístico. O Getty faz cabo desta missão com a convicção de que a consciência cultural, a criatividade e o prazer estético são essenciais para uma sociedade civil e vital.
Lindas as instalações que Rebecca Ward faz. Com apenas fitas coloridas ela consegue um visual muito diferente e inusitado. Mas além de ser realmente lindo, o processo de trabalho dela por trás dessa criação é bem mais complexo do que se imagina. Há um estudo bem matemático para todos os ângulos das fitas se encaixarem perfeitamente e ter o resultado esperado.
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