sobre o autor

A Biblioteca Pública de Boston, Estados Unidos, reuniu mais de 350 cartazes vintage sobre viagens, a maioria datada entre 1920 e 1940 – considerada a “era dourada das viagens”.
Nesse período, diversas ferrovias foram abertas na América e Europa, navios faziam luxuosas viagens cortando os oceanos e a compra de carros novos batia recordes. Em 1940, novas companhias aéreas surgiam para cruzar o mundo, levando aventureiros para destinos longínquos.
Vale a pena dar uma olhada em todos no Flickr deles. São bastante gráficos além de serem muito inspiradores.
Já estão no ar as bases de inscrição para a 5ª Bienal de Tipografia Latino-Americana – Tipos Latinos 2012. Como nas outras edições da mostra, a comunidade de designers latino-americanos está sendo convocada a enviar projetos desenvolvidos entre 2010-2011 nas categorias Design de fontes e Design com fontes latino-americanas.
A bienal é um espaço tipográfico internacional integrado por 12 países da América Latina: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Cuba, Ecuador, Guatemala, México, Paraguay, Perú, Uruguai e Venezuela.
Para informações gerais, acesse o site do evento. Neste link, você pode baixar o PDF em português com todas as informações para participar da bienal.
Dica de Bruno Porto
Desejamos a todos os nossos leitores um Feliz Natal e um criativo 2012! Este ano promete e trará muitas novidades por aqui, fiquem ligados!
Os franceses Laurent Laveder e Sabrine Sannier convidaram 19 autores para escolherem uma foto dentre algumas selecionadas pelos dois e fizessem um texto curto no estilo que cada um quisesse. Depois, Sabrine que é artista gráfica, transformou-os em caligrama, técnica que consiste em diagramar o texto em forma de desenho ou pictograma. Todo esse trabalho resultou no livro Quartier Libre.
O americano Kent Barton é um ilustrador experiente em scratchboard.
Scratchboard é uma técnica onde um painel é coberto com argila branca lisa ou gesso e revestida com uma fina camada de tinta nanquim ou guache. Com o auxílio de uma faca ou estilete, raspa-se as partes brancas, formando a imagem final.
Caso recorrente: você conhece alguém que logo lhe pergunta qual é sua profissão. Você responde, de bate-pronto, que é designer. Sem você esperar, vem a famosa pergunta: “Legal, o que faz um designer?”. Pronto, aparece aquela gota japonesa na testa, você começa a falar um monte coisas que faz e torna o entendimento da pessoa sobre a profissão ainda mais confuso.
Exageros à parte, nunca foi fácil para o designer se fazer entender, ainda mais para aqueles que estão começando agora a estudar design.
Pensando nisso, a designer Erika Gorochow criou um vídeo que explica, de forma simples e bem-humorada, quais os principais fundamentos do design e onde e como eles são aplicados.
Pronto, na próxima vez que lhe perguntarem o que você faz, a resposta está na ponta da língua ou a alguns cliques de distância. Só não vale fazer isso aqui.
Imagina se o Papai Noel e sua multinacional de confecção e distribuição sediada no Polo Norte entrasse em contato com sua empresa e pedisse que fizessem um brand book? Foi o que o escritório de branding britânico Quiteroom imaginou ao criar o Santa Brand Book, um exemplo-paródia bem feit0 da importância da consistência na linguagem de uma marca.
Apesar de ter sido criado ano passado, o exemplo é sempre atual e pertinente nessa época. Vale a pena dar uma olhada no vídeo e no brand book completo neste link (em inglês).
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