| Met Museum, Guggenheim e New Museum |
| Grades funcionais |
| Fotografando com a Diana |

Já falei sobre os museus Getty de Los Angeles. Agora vou falar um pouco sobre três museus de New York que são espetaculares. Cada um com suas características e importância diferentes, fazem o maior sucesso. Nós visitamos cada um deles e ficou um gostinho de quero mais!
The Metropolitan Museum os Art
Se você aprecia arte de verdade e pretende conhecer museus pelo mundo afora, esse é um museu imprescindível para se visitar. Ele tem um vasto acervo de arte de todos os cantos do mundo, com mais de dois milhões de obras abrangendo 5.000 anos. Para você ter uma ideia, a exposição conta com o esplendor do antigo Egito, com quadros de Van Gogh, a espetacular New American Wing, arte moderna, grega, romana, egípcia, arte da Ásia, Oceania, África etc (ufa!).
Tem muita coisa para se ver. Nós ficamos quase o dia todo lá e não deu para ver tudo, mas podemos mostrar um pouco do que vimos:

Olha que lindas as cases para Macbooks. Parece até que você está levando uns livros antigos debaixo do braço. A empresa que está vendendo é a TwelveSouth.
Por que não trazer funcionalidade a tudo que nos cerca? Que tal trazer funcionalidade às grades também? Bom, foi exatamente isso que a Company fez para um edifício residencial em Toukoranta. Esta é uma nova área habitacional em Helsinki, Finlândia.

Eu não sou super entendedora de fotografia, mas quando eu vi essas câmeras com design retrô e umas lentes que dão aquele efeito na imagem – que parece que foi tirada nos anos 70 – me deu vontade de comprar uma!! Acho que a tecnologia já chegou tão longe, que o negócio agora é ser mais simples!

Tem muito mais aqui no site da linha de produtos Diana: dá pra comprar o flash e as lentes separados, e também ver uma série de imagens, todas tiradas com as “Dianas”.
Dica do Marcelo Martinez, pelo Twitter: está rolando até 28 de fevereiro deste ano, no Canadá, a Gary Taxali Solo Exhibition, uma exposição com 300 originais do ilustrador indiano, residente em Toronto há muitos anos.
Quem tiver oportunidade de visitá-la, não deixe de ir. Mais informações no site da Narwhal Art Projects.
Veja mais ilustrações aqui.

Fui ver ontem o filme Sherlock Homes, dirigido por Guy Ritchie, com Robert Downey Jr. no papel-título e Jude Law (meninas, controlem-se!) como Dr. John Watson, fiel companheiro do detetive mais famoso do mundo.
Pois bem, gostei do filme mas não é sobre ele que quero falar e sim da animação dos créditos, feito pela Prologue, mesma produtora que fez os créditos e aberturas para filmes como Homem de Ferro, Homem Aranha, Super Homem, o Retorno, entre outros.
Eles utilizaram imagens do filme para criar as animações, que misturam os personagens com caligrafias refinadas, ao estilo vitoriano (época em que se passa o filme). Vale a pena conferir, mesmo se você já viu o filme.
Caramba!!! Quando eu vi isso realmente fiquei chocada. Era tudo o que eu sempre sonhava para o design de moedas! São lindas, funcionais e lógicas, assim como um japonês, é claro!
Quem criou essas belezinhas foi o designer Mac Funamizu. Ele tentou descobrir o que aconteceria se as moedas fossem feitas a partir de uma base nos conceitos infográficos.
Funamizu observou que as moedas seriam facilmente compreendidas pelos viajantes, se fossem retratadas de uma forma universalmente conhecida. Por isso ele desenhou moedas de acordo com os gráficos pizza. Uma moeda de 1 dólar, por exemplo, seria um círculo completo, enquanto uma moeda de 2 dólares seriam dois círculos. Já as moedas de 50 cents de dólar seriam a metade da moeda de 1 dólar. Muito bom!
A ideia é muito boa, mas o único problema seria na hora de colocar essas moedas em máquinas de refrigerantes, por exemplo. As de 50 cents não entrariam. Isso seria um problema enorme para os americanos que usam máquinas pra tudo quanto é produto.
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